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I'm the egg man.
Do not mess
Homem
Alguém já falou em algum lugar
Numa revista, se não minto
Que depois dos vinte e cinco
poetar sobre o amor é motivo pra apanhar
Então escrevo sobre o chão fecundo,
a liberdade, os passarinhos,
da saudade do meu vizinho
que me xingava de vagabundo
E depois de chorar baixinho
bato uma punheta na internet
tiro racha de mobilete
e me orgulho de ser hominho
Pontos
Era de nylon e brilhava sem segredo.
Era de se esperar.
Era cola de sangue e grudava bem.
Era admirável.
Veio um vento insistente.
Tocou aquilo que eu escondia.
Rompeu vermelho doendo no estômago.
O coração batia forte. A dor voltara.
Não havia como esconder.
Era de se esperar.
Era cola de sangue e grudava bem.
Era admirável.
Veio um vento insistente.
Tocou aquilo que eu escondia.
Rompeu vermelho doendo no estômago.
O coração batia forte. A dor voltara.
Não havia como esconder.
Rimbaud líquido... Verlaine líquido
Posta-restant elétrica eletrônica. Amigo e irmão e amante e pai. Só restava a velha memória e os velhos neurônios. Bosta restante orgânica e Charleville adventista preguiçosa. Ou fumadores de crack. Queria, a bicha, falar-te sobre as colinas de Paris e o hard rock que grita furioso de cima da montanha: champs elysees (em letras garrafais)...
Falaria sobre a voga e como agora julgava nossos comentários maldosos (ah... a vaqueira) pura imbecilidade. Inveja e infantilidade. Sim, a bicha morre de inveja de como você esquecia as frases que tinha acabado de falar e adotava posições contrárias, hipócritas em dois segundos. Fingindo não perceber. Ou não percebia mesmo, o que só gera mais e mais e mais da porra da inveja. Queria ser hipócrita como você e cobrir as tatuagens e xingar quem as cobre.
Havia deletado a pasta intitulada "V". A bicha andava chorosa e emotiva. Um cagão de merda.
Dead
Dead, dead, dead and wrong
so dead
and so wrong
staring
the top
wrong arithmetic
where is my money? - say it!!!!
wrong path
wrong choice
wrong, wrong, wrong
dead and wrong
bi bi bi bi
Um dia abençoou a dedada no cu
seca e dolorida
deu um sorriso com o canto da boca
No outro dia amaldiçoou o carro que ganhou
novo e completo
bancodecouroarcondicionadovidroelétricoealarme
não gostou da cor
seca e dolorida
deu um sorriso com o canto da boca
No outro dia amaldiçoou o carro que ganhou
novo e completo
bancodecouroarcondicionadovidroelétricoealarme
não gostou da cor
Fotografia
Ai! O desespero me bateu!
Eu precisava recriar meu passado
Novamente
Então descortei as fotos que estavam
cortadas
Destacando as pedrinhas que compunham
Aquele caminho que eu chamava de maldito
Às quais nunca dei atenção.
Agora elas eram monolitos!
E amanhã, quando eu mudar de idéia,
mijarei quentinho em seus cantos.
Eu precisava recriar meu passado
Novamente
Então descortei as fotos que estavam
cortadas
Destacando as pedrinhas que compunham
Aquele caminho que eu chamava de maldito
Às quais nunca dei atenção.
Agora elas eram monolitos!
E amanhã, quando eu mudar de idéia,
mijarei quentinho em seus cantos.
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