Rimbaud líquido... Verlaine líquido
Posta-restant elétrica eletrônica. Amigo e irmão e amante e pai. Só restava a velha memória e os velhos neurônios. Bosta restante orgânica e Charleville adventista preguiçosa. Ou fumadores de crack. Queria, a bicha, falar-te sobre as colinas de Paris e o hard rock que grita furioso de cima da montanha: champs elysees (em letras garrafais)...
Falaria sobre a voga e como agora julgava nossos comentários maldosos (ah... a vaqueira) pura imbecilidade. Inveja e infantilidade. Sim, a bicha morre de inveja de como você esquecia as frases que tinha acabado de falar e adotava posições contrárias, hipócritas em dois segundos. Fingindo não perceber. Ou não percebia mesmo, o que só gera mais e mais e mais da porra da inveja. Queria ser hipócrita como você e cobrir as tatuagens e xingar quem as cobre.
Havia deletado a pasta intitulada "V". A bicha andava chorosa e emotiva. Um cagão de merda.
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