Numa revista, se não minto
Que depois dos vinte e cinco
poetar sobre o amor é motivo pra apanhar
Então escrevo sobre o chão fecundo,
a liberdade, os passarinhos,
da saudade do meu vizinho
que me xingava de vagabundo
E depois de chorar baixinho
bato uma punheta na internet
tiro racha de mobilete
e me orgulho de ser hominho