horrível
horrível. o cu peludo olhava para baixo e pulsionava toda a merda para baixo. pulsionava mesmo, era bonito de ver até. Ele trabalhava com todo afinco que os MÚSCULOS humanos devem ter. rijo, empurrava a merda toda para fora com um leve traço de violência. O máximo de violência que um cu pode ter ele tinha. Era um cu enfezado. em ambos os sentidos.
Caga e volta para a frente do computador. os ombros caem mais ainda. Clica violentamente. Pega o grampeador e craveja na pele um novo preço anotado em uma etiqueta de anotar preço humano. olha com aflição para a tela de embarque de aeroporto nenhum. Sorri, mas não tem graça. sabe disso.
Caga e volta para a frente do computador. os ombros caem mais ainda. Clica violentamente. Pega o grampeador e craveja na pele um novo preço anotado em uma etiqueta de anotar preço humano. olha com aflição para a tela de embarque de aeroporto nenhum. Sorri, mas não tem graça. sabe disso.
Tempo
Me sinto um velho.
Primeiro: o show do Faith No More e do Jane's Addiciton. Senti que aquilo era uma celebração a um tempo que já foi. Nunca mais ficarei excitado com novas bandas, com novos sons, timbres, melodias como eu me senti no começo da década de 90, principalmete com essas duas bandas. Vê-los foi como se eu tivesse assistindo a morte de minha geração. Ainda existem alguns sobreviventes, com o espírito daquela época, mas esse são os que mais me irritam. Senti que aquele era o fim e que nunca haveria na história algo parecido com aquilo. Poderemos falar de tempos melhores ou piores, mas não mais DAQUELE momento.
Segundo: o apagão de ontem me causou uma sensação estranha de caos. Eu via os carros correndo desesperados (justo no momento em que deveria se dirigir com mais cautela). As ruas estavam mais sujas. Olhei para os letreiros dos ônibus, todos agora funcionam eletronicamente, freneticamente. Lembrei que quando eu tinha 12 anos isso era algo raro.
Terceiro: Não tenho mais paciência com doidões. Não gasto mais meu tempo com bêbados. Nem com gente ociosa. O meu romantismo se foi. Quero gente séria ao meu lado.
Primeiro: o show do Faith No More e do Jane's Addiciton. Senti que aquilo era uma celebração a um tempo que já foi. Nunca mais ficarei excitado com novas bandas, com novos sons, timbres, melodias como eu me senti no começo da década de 90, principalmete com essas duas bandas. Vê-los foi como se eu tivesse assistindo a morte de minha geração. Ainda existem alguns sobreviventes, com o espírito daquela época, mas esse são os que mais me irritam. Senti que aquele era o fim e que nunca haveria na história algo parecido com aquilo. Poderemos falar de tempos melhores ou piores, mas não mais DAQUELE momento.
Segundo: o apagão de ontem me causou uma sensação estranha de caos. Eu via os carros correndo desesperados (justo no momento em que deveria se dirigir com mais cautela). As ruas estavam mais sujas. Olhei para os letreiros dos ônibus, todos agora funcionam eletronicamente, freneticamente. Lembrei que quando eu tinha 12 anos isso era algo raro.
Terceiro: Não tenho mais paciência com doidões. Não gasto mais meu tempo com bêbados. Nem com gente ociosa. O meu romantismo se foi. Quero gente séria ao meu lado.
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