eu cago conchinhas sou merda detergente sabão em pó e um monte de coisas e situações nas quais nos dirigimos ao grande deus supermercado e deixamos lá muita diarréia noites mal dormidas pensamentos obscenos pensamento nenhum o câncer do vazio existencial que come corpinhos gostosos em punhetas pobremente gozadas e mais um monte de preciosidades que tenho, porcarias que não significam nada para ninguém. A idéia é apenas ser consumido pelo fogo do capital, comendo pequenos príncipes pela manhã, quando lemos na xícara nova que somos responsáveis por quem cativamos. Bisbilhotem o seus filhos, não contem nada! Devore-os de longe. Consuma-os. Bisbilhotem.
Deus.
Eu sou aquele homem de plástico ali queimando.